pastel wrote:Há quem registe a localidade donde provêm as notas: Válido
Com esta não concordo. Penso que se deve registar a nota na
primeira localidade onde a apanhámos. Mesmo quando registo notas de amigos (daqueles que me chamam maluco e que não fazem a mínima intenção de algum dia pertencer ao EBT) que vêem de localidades diferentes, registo-as na localidade onde eles me mostraram as notas. Penso que deve ser esta a conduta correcta. Aliás qual será o interesse de o fazer de outro modo? Aumentar o número de localidades? Provavelmente é essa a intenção, mas a meu ver é completamente incorrecto. Aliás o formulário de registo de notas é bem claro:
"Introduza o nome da cidade onde obteve a nota". Se a nota é de um amigo que veio de um local exótico, só a obtivemos onde ele a mostrou... Perdemos aquele lugar exótico, aquele ponto no mapa ou aquele que fazia tanto jeito para um dos jogos do forum? Paciência... Fica para outra altura...
A não ser assim, se eu fosse de Coimbra ao Algarve com um amigo, por cada localidade que passasse pedia-lhe para ele me mostrar apenas uma das notas que trazia com ele e fazia um figurão. Claro que isto é um exagero... Mas não concordo em absoluto... Mas tudo bem que pode haver situações que apelem ao bom senso de cada um.
Outro exemplo:
ter amigos que viajam frequentemente e registar as notas deles nas localidades de onde eles venham é incorrecto. Nesses casos o que eu faço, e apenas quando tenho a certeza que a nota vem mesmo de lá (já que o meu conhecido pode ter trocado notas pelo caminho), é colocar essa informação no
comentário da nota. Não, não sou nem quero ser fundamentalista, mas parece-me que há situações que são claramente abusivas e que não deviam ser permitidas, devendo haver informações claras nesse sentido.
pastel wrote:Para mim, repito, para mim, só indico localidades onde vejo Placas. Considero o factor mais fiável e lógico. É a realidade "in loco", não é um gajo qq à secretária que vai dizer que Localidade tal não existe..
A questão de as localidades terem ou não placa é um exemplo do apelo ao bom senso, e quanto a este assunto não concordo com a opinião do
pastel, nomeadamente a parte que realcei. Nem podemos considerar apenas localidade o que tem placa, nem podemos considerar localidade tudo o que tenha placa. Não sei se a famosa Damaia é ou não localidade, mas o facto de ter ou não placa pode não querer dizer nada. Por vezes dá algum trabalho obter a resposta...
Moro em Coimbra e aqui a menos de 500m-1km posso encontrar várias placas: "Chão do Bispo", "Tovim", etc... que há muitos anos eram realmente pequenas localidades, mas que há muitos anos fazem parte de Coimbra.
Outro exemplo em sentido contrário. Na minha infância e adolescência morei numa localidade chamada Avelãs de Cima, no concelho de Anadia, que só há muito pouco tempo tem placa toponímica. E estamos a falar da sede de frequesia. Porquê? Porque fica numa estrada municipal e nenhuma das localidades da freguesia em estradas municipais tinha placa. E tratavam-se de verdadeiras localidades. Apenas três ou quatro localidades da freguesia, que eram atravessadas por uma estrada nacional tinham placa, porque nesse caso a responsabilidade das placas era da JAE e não da câmara municipal ou da junta de freguesia, como no primeiro caso. E muitos casos continua a haver por esse Portugal fora, muitas vezes porque as câmaras ou juntas não se dão a esse trabalho.
E fico por aqui pois só agora reparei que isto está enorme. Isto de escrever numa caixinha dá destas coisas...