Suntzu, não queres concorrer ao lugar do Madaíl, ou do Laurentino Dias, ou deles todos juntos?suntzu wrote:...deveriam esquecer isto, passar uma esfregona no assunto e a partir desta época começava a doer a quem tivesse que doer.
Organizem o campeonato como deve de ser, aumentem as multas, definam os castigos, e castiguem quem tiverem que castigar doa a quem doer.
...há clubes que descem de divisão com as contas em dia e outros que ficam na primeira divisão com salários e impostos em atraso ... não acham que há qualquer coisa que está mal?
Se a liga ou a federação autoriza a inscrição de um jogador então porque é que ele não pode jogar?
Outra coisa são os empréstimos de jogadores, querem emprestar jogadores, muito bem ... só para a liga Vitalis ou para ligas inferiores.
Eh pá, subscrevo quase tudo o que dizes. Para mim o futebol precisa com urgência de aprender com a NBA ou a MLS. (não é para jogarem com as mãos, é em termos de estruturas e organização)
São competições de índole desportivo sim, mas que perceberam que mais que isso que são Show Business, e um negócio. Como o negócio envolve verbas muito grandes, rapidamente encontraram esquemas para trazer alguma virtudes competitiva e transparente, como os tectos salariais, regras nas contratações dos draft players, regras nas transferências, gestão central dos contratos televisivos.
É verdade que a Liga às vezes caminha nessa direcção, mas por vezes também recua. A questão das equipas B é gritante. Acabar com as equipas B complicou imenso a gestão dos jogadores emprestados, e em especial dos oriundos das camadas jovens.
Para mim é urgente endurecer e aplicar sem hesitações regras para salários em atraso, dividas à segurança social, tectos salariais e profissionalização da arbitragem. Uma vez que o futebol profissional mais que um desporto é um espectáculo e um negócio, é preciso impor regras de bom funcionamento. Eu voto no Suntzu!
Só não concordo nisso de passar um esfregão. Se os casos estão Tribunal, a haver culpados tem que haver castigos, mas por esta ordem. Primeiro vê-se se há culpa ou não (nos tribunais), depois aplica-se o castigo correspondente.


